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Política Terça-feira, 25 de Março de 2025, 17:52 - A | A

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Terça-feira, 25 de Março de 2025, 17h:52 - A | A

ATITUDE DESCABIDA

Ranalli chama PM que matou jovem em bar de "bandido" e cobra punição rigorosa

Segundo o vereador por Cuiabá, "mal elemento existe em qualquer profissão" e conduta de militar aposentado não reflete imagem da corporação

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), rechaçou a conduta do policial militar aposentado, Elias Ribeiro da Silva, de 54 anos, autor do assassinato do jovem Claudemir Sá Ribeiro, de 26 anos, em um bar de Colniza (1.065 km de Cuiabá). Ranalli, popular na Câmara por ser autor da "Lei do Abate", projeto polêmico que entrega moções de aplausos a policiais que executam criminosos, equiparou Elias a um "bandido". Segundo ele, o "mal policial" é uma exceção dentro da Polícia Militar.

"Eu costumo dizer que o mal elemento existe em qualquer profissão. Tem o mal policial, tem o mal juiz, tem o mal político. Acho que cada um que responda dentro da sua transgressão, ele que sofra o rigor da lei sim e não seja amenizado a tal punição por ser policial, muito pelo contrário, eu costumo dizer que pior que o bandido é o polícia-bandido", disse o vereador à imprensa nesta terça-feira (25). 

LEIA MAIS: Alan Porto exonera diretor de escola militar preso por matar jovem

O PM aposentado estava como diretor da Escola Militar de Colniza e foi exonerado quando o registro da ocorrência foi repassado à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). Ranalli, que é escrivão da Polícia Federal e defensor do modelo de ensino, observou que o risco não foi colocar os estudantes em contato com um PM, uma vez que um  "mal elemento existe em qualquer profissão" e ressaltou que uma criança corre perigo ao estar perto de "faccionados, vagabundos e bandidos".

"Esse caso específico que está sob investigação, a gente condena, repudia totalmente a atitude desse militar, que de uma forma descabida, não sei se sob influência de álcool, pelo pouco que eu li, que pegou e levou à morte esse jovem, mas ele tem que responder assim como qualquer cidadão que vier praticar um ato desse", finalizou Ranalli.

RELEMBRE O CASO

O crime foi registrado na noite de domingo (23) em um bar de Colniza. Elias e Claudemir estão numa mesa conversando com outras pessoas. Em determinado momento, o PM atira contra Claudemir à queima-roupa. Após a execução, o suspeito foge do local em uma motocicleta vermelha. Ele foi localizado na própria casa, onde recebeu voz de prisão.

A vítima ficou conhecida em 2019 depois de construir, junto com um irmão, uma réplica de um avião usando materiais descartados. Ele era bastante querido pela população do município.

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