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Política Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2025, 11:11 - A | A

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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2025, 11h:11 - A | A

POSSIBILIDADE REMOTA

Mauro ventila conciliação com Consórcio BRT para finalizar obra na Av. do CPA

O governador explicou que as empresas se manifestaram e a Sinfra faz tem se reunido para chegar a um "denominar comum"

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O governador Mauro Mendes (União Brasil) ventilou a possibilidade de conciliação com o Consórcio BRT (ônibus de trânsito rápido) para que as empresas executem uma parte das obras na Avenida do CPA, em Cuiabá. Mendes disse que a Procuradoria Geral do Estado (PGR-MT) recebeu a manifestação após o anúncio do rompimento do contrato no fim da semana passada e a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT) analisa as condições apresentadas. Reuniões também são realizadas com representantes do Consórcio para se chegar a um "denominador comum". Caso não seja possível fechar o acordo, Mendes reiterou que romperá a parceria. 

"Eles responderam quinta ou sexta e o Estado agora analisa. Tem reuniões acontecendo com o consórcio. Podemos chegar a uma decisão que atenda o Estado de Mato Grosso na continuidade das obras não com eles, mas parcialmente com eles. Se não chegar, vai ser uma rescisão unilateral", falou o governador à imprensa nesta terça-feira (25). 

A Sinfra adianta um novo projeto que será repassado à empresa contratada em cárater de emergência, seja para dividir a obra do BRT com o Consórcio ou tocá-la individualmente. Mauro também informou que representantes do Palácio Paiaguás ligados ao Tribunal de Justiça (TJMT) tratam da documentação para romper o contrato, caso não haja acordo. 

"Já estamos trabalhando para reorganizar os projetos e sentarmos com o Tribunal, já tem um pré-diálogo para soltarmos essa decisão essa semana", asseverou. 

O governador classificou o rompimento como um "remédio amargo" necessário no momento em que o Consórcio não avançava com as obras. Levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) apontou que apenas 18% do modal foi concluído. Mendes reiterou que o objetivo não era rescisão, mas esse posicionamento foi preciso para que o estado não revivesse a "novela VLT"

"Tomamos todas as medidas necessárias. Não perfomou e acionamos a decisão que é o último dos remédios, amargo, mas necessário quando a empresa não performa", finalizou. 

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