O produto era da marca Azapa e foi considerado impróprio para consumo humano. A investigação derivou de denúncia registrada na ouvidoria do ministério.
De acordo com os auditores federais fiscais agropecuários que realizaram a apreensão, a responsabilidade pelo caso é do importador localizado em Osasco, que possui uma rede de supermercados em São Paulo e no Rio Grande do Sul.
"Trata-se de um produto caracterizado como fraudado por conter mistura de outros óleos vegetais", afirmou o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Hugo Caruso, em nota.
O produto foi fiscalizado e coletado para análise tanto em São Paulo quanto no Rio Grande do Sul.
Segundo o ministério, caso a irregularidade seja comprovada, a empresa importadora responderá às penalidades previstas na legislação, incluindo multas e possível interdição. Produtos fraudados devem ser destinados para fins industriais, como a produção de biodiesel, ou inutilizados sob supervisão de órgãos ambientais.
(Com Agência Estado)
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