Na sua visão, a mudança não deve redirecionar produtos chineses, que já enfrentavam taxação nos EUA e, por isso, já exportavam menos aço para o país do presidente Donald Trump. No entanto, outras nações, como o Vietnã, podem começar esse movimento. O que, na visão do Aço Brasil seria preocupante.
"A defesa comercial tem de ser vista como algo prioritário", afirma Lopes. Ele lembra que, na investigação de dumping do aço fino laminado a frio, que apontou a prática de dumping, o governo optou por não estabelecer taxas até o fim do processo. Para ele, esse é um indicativo de falta de urgência com o tema.
(Com Agência Estado)
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