"Para garantia de eleições livres e democráticas, este Tribunal Superior Eleitoral trabalha ininterruptamente. Para as eleições de 2026, as providências já começaram a ser implementadas na sequência imediata ao término das eleições de 2022", disse a ministra. Para 2028, a Justiça Eleitoral já começou os cálculos de eleitores e das urnas necessárias.
A ministra disse também que a liberdade, a justiça e a dignidade dependem da garantia da democracia. Sobre medidas adotadas sobre redes sociais e fake news, Cármen Lúcia afirmou que cada proposta é analisada com "cuidado especial" pelo TSE.
"Há de se garantirem as liberdades com informação correta, para que a expressão seja manifestação de liberdade, não exposição manipulada de ódios e violências", afirmou.
Também discursaram na sessão o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Beto Simonetti, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. Entre os presentes, estavam o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB); o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP); e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Em 2026, a Corte será presidida pelo ministro Kassio Nunes Marques, atual vice-presidente do TSE. O mandato de Cármen Lúcia terminará em agosto do ano que vem.
(Com Agência Estado)
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