A entidade explica que, enquanto o Ministério de Minas e Energia e os demais órgãos do governo debatem um novo modelo para o leilão de reserva de capacidade - que tem sido alvo de disputas judiciais -, os sistemas de armazenamento já podem avançar no País, "justamente para atender as necessidades de curto prazo do setor elétrico, sobretudo das fontes renováveis, bem como para impulsionar a transição energética", destacou a Absolar em nota.
"Não podemos perder esta oportunidade estratégica, ainda mais em ano de COP30 no Brasil. A inclusão de baterias no sistema elétrico brasileiro representa um avanço significativo para a segurança energética do País, ao mesmo tempo em que acelera a transição para uma matriz energética mais limpa e flexível", disse o presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia.
Para ele, a tecnologia de armazenamento de energia elétrica está madura e o setor elétrico está pronto para a realização do leilão de armazenamento ainda em 2025. Com os sistemas de armazenamento, a entidade acredita que o Brasil poderá ingressar em um novo patamar de modernização do setor elétrico, incentivando o uso de tecnologias de ponta para garantir a segurança do fornecimento e viabilizar o uso de mais fontes renováveis no médio prazo.
"O armazenamento energético é um pilar essencial na descarbonização da matriz elétrica, como já ocorre em países como China, Estados Unidos, Austrália, Chile, Reino Unido e Alemanha, entre outros. Aqui no Brasil, traria ainda mais flexibilidade sistêmica e reduziria significativamente as restrições operativas, atendendo de forma ágil as solicitações do operador do sistema e contribuindo na redução dos custos associados à operação", acrescentou Sauaia.
(Com Agência Estado)
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