"Estou sendo mal interpretada por quem não sabe o que está acontecendo. Eu não estou falando sobre ataques a mim. Sinceramente, eu nem ligo para o que falam de mim. Estou falando sobre ataques que as crianças vêm sofrendo. Isso já passou de todos os limites! Não é normal, é cruel", declarou Bruna nos stories do Instagram.
Mais cedo, a modelo já havia feito um apelo pedindo o fim das mensagens de ódio e ressaltou que não compactua com ataques contra outras pessoas ou crianças. Em meio à repercussão, Amanda Kimberlly, mãe de Helena, filha mais nova de Neymar, também se pronunciou sobre o caso.
No X (antigo Twitter), Amanda repudiou as ofensas e lembrou que esses ataques podem configurar crime. Ela também esclareceu sua relação com o jogador e garantiu que nunca impediu Neymar de visitar a filha. "Já passou da hora de vocês entenderem que isso foi longe demais. Cada família tem sua vida e está seguindo o seu caminho", escreveu.
Tanto Bruna quanto Amanda reforçaram o pedido pelo fim das hostilidades, destacando que as crianças não devem ser envolvidas em conflitos virtuais. "Sexualização de menor, calúnia, difamação e racismo pelo amor de Deus, gente, chega!", concluiu Amanda.
(Com Agência Estado)
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