Além da novidade sobre o acordo de governança, a CBB vai ser responsável pela organização da Copa do Brasil de Basquete (Supercopa) como um evento de pré-temporada.
O acordo visa fortalecer o basquete nacional após um período de conturbado. Em 2023, a CBB publicou um documento deixando de reconhecer o NBB como um torneio oficial. Essa ruptura impediu que os clubes do Brasil participassem de competições internacionais como a Liga Sul-Americana de basquete e a liga dos Campeões das Américas.
Marcelo Sousa, presidente da CBB, comemorou essa realidade na modalidade. "É um novo momento para o basquete brasileiro. Conseguimos, todos nós, junto da FIBA, e com grande suporte do nosso presidente de honra, Guy Peixoto Jr", afirmou o dirigente que indicou ainda um crescimento para o basquete.
"Vamos chegar em entendimentos que tem tudo para trazer ganhos para a modalidade, que beneficia todo o ecossistema. Trabalharemos juntos para que a história do basquete brasileiro siga vitoriosa, trazendo mais desenvolvimento em todas as áreas", completou.
Ex-presidente da entidade, Guy Peixoto também se manifestou sobre esta adesão e os benefícios que o basquete vai conseguir com a união de forças. "Só vejo uma forma de crescermos, que é todos juntos. É uma conquista de todos que participaram deste projeto. Tenho certeza de que vamos colher frutos desse processo", afirmou.
Rodrigo Montoro, presidente da LNB, também festejou a união de forças. "As duas entidades, junto à FIBA, souberam transformar as divergências em um propósito comum para a modalidade, o que nos traz muita motivação para construir uma nova história", disse.
(Com Agência Estado)
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