Votaram contra o adiamento da votação 283 deputados. 85 parlamentares seguiram a obstrução proposta pelo PL - número inferior ao de deputados que compõem a bancada da legenda na Câmara. Houve apenas uma abstenção.
Em meio ao debate sobre o requerimento, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), chegou a classificar o movimento do PL como "pirraça".
O deputado ainda cobrou o partido opositor sobre a sinalização feita pelo líder Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) ao agronegócio durante a votação sobre o regime de urgência da Reciprocidade.
Durante a orientação das bancadas sobre o regime de urgência do o PL, a minoria e a oposição chegaram a sinalizar uma obstrução. No entanto, após ser atingido o quórum para a votação, Sóstenes e os demais líderes das respectivas bancadas mudaram de opinião, em "defesa do agro". "Não vamos boicotar quem mais produz, o PL estará do lado do agro sempre", indicou Sóstenes.
Outros líderes também reagiram à movimentação do PL. "Quem é patriota não quer adiar essa matéria. Defende a nossa economia e a indústria nacional", afirmou a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) sobre o requerimento do PL.
(Com Agência Estado)
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