O resultado de março ficou dentro das estimativas de instituições de mercado consultadas pelo Projeções Broadcast, que variavam de altas de 0,48% a 0,66%, mas levemente abaixo da mediana, de +0,63%.
No primeiro trimestre, o IPC-Fipe acumulou inflação de 1,37%. Nos 12 meses até março, a alta do índice foi de 4,89%, praticamente em linha com a mediana das projeções, de 4,88%.
No terceiro mês de 2025, quatro dos sete componentes do IPC-Fipe ganharam força: Habitação (de 0,39% em fevereiro a 1,14% em março), Alimentação (de 0,43% a 1,44%), Saúde (de 0,20% a 0,29%) e Educação (de -0,06% a 0,00%).
Por outro lado, as três demais categorias passaram de inflação para deflação entre fevereiro e março: Transportes (de 1,66% a -0,08%), Despesas Pessoais (de 0,20% a -0,60%) e Vestuário (de 0,04% a -0,19%).
Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe em março:
- Habitação: 1,14%
- Alimentação: 1,44%
- Transportes: -0,08%
- Despesas Pessoais: -0,60%
- Saúde: 0,29%
- Vestuário: -0,19%
- Educação: 0,00%
- Índice Geral: 0,62%
(Com Agência Estado)
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