As presenças de ministros da área econômica, como a de Fernando Haddad e Simone Tebet - que ao lado do presidente do BC, Gabriel Galípolo, formam o Conselho Monetário Nacional (CMN) - eram as mais dadas como certas. Outros chefes de pastas, no entanto, não tão ligados à política monetária - e alguns até críticos contumazes da alta de juros - também estiveram presentes, como Luiz Marinho (Trabalho), Ricardo Lewandowski (Justiça) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).
Além de congressistas de partidos da base de Lula 3, o prestígio ao BC pode ser notado com a participação dos dois presidentes do Congresso. O comandante do Senado, Davi Alcolumbre, ressaltou que a autonomia da autoridade monetária é reconhecida como decisiva para a estabilidade da economia. Ele também disse ter plena confiança na capacidade técnica do BC. Já o presidente da Câmara, Hugo Motta, que também defendeu a autonomia da instituição, ressaltou o desafio de afinar as políticas monetária e fiscal e ressaltou a boa parceria da autarquia com a Casa nas últimas seis décadas.
Eventos com a participação de ex-presidentes do BC são algo mais comum. Ocorrem pelo menos uma vez por ano quando há um grande seminário da instituição, que inicialmente tratava de debates sobre a missão número 1 da autoridade monetária: o combate à inflação. Dessa vez, vários deles vieram até Brasília para prestigiar a entidade, assim como dezenas de diretores que já formaram a cúpula da instituição.
Além disso, foi notada a presença do presidente da Caixa, Carlos Vieira. Muitos representantes do setor privado também estiveram no local, como o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Issac Sidney, e outros nomes do sistema financeiro.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.