"A questão do protesto é normal. Toda vez que se transfere algo para a iniciativa privada, algumas pessoas têm uma certa insegurança em relação a isso", afirmou o governador em coletiva após o leilão.
Tarcísio, contudo, disse que o governo está "olhando para o interesse público", assim como para a melhoria dos serviços e investimentos que serão realizados. O político destacou que foram R$ 4,1 bi em investimentos nas linhas 8 e 9, e R$ 14 bi nas 10, 11, 12 e 13, leiloadas hoje. "Por outro lado, as empresas públicas têm dificuldade de investir por conta das limitações orçamentárias", complementou.
Protestos
O entorno da B3 contou com forte esquema de segurança, com grades e policiais para cercar o prédio durante o evento. O leilão tem sido alvo de protestos sindicalistas. Os trabalhadores questionam a privatização das linhas diante de problemas já registrados em outras operações da CPTM administradas pela iniciativa privada.
As linhas 8 - Diamante e 9 - Esmeralda são operadas pela ViaMobilidade, operadora da CCR que concorreu ao leilão de hoje, desde janeiro de 2022, por exemplo. Em agosto de 2023, a concessionária assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público se comprometendo a implementar melhorias após o órgão recomendar a interrupção do contrato.
Tarcísio reconhece que foram identificados problemas nas linhas e 8 e 9, mas diz que as "falhas vem diminuindo".
(Com Agência Estado)
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