Quarta-Feira, 17 de Julho de 2019, 17h:46

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Xuxu defende liberalismo econômico e corte de gastos nos Poderes

Por: REDAÇÃO

O deputado estadual de Mato Grosso, Ederson Xuxu Dal Molin, do PSC, criticou o aumento de impostos para resolver a crise financeira no Estado: "Estou cansado de hipocrisia, de mentira. Eu não irei aceitar nem um real de aumento de imposto pra ninguém", disse Dal Molin na tribuna. 

Assessoria

Deputado Xuxu Dal Molin

Da Tribuna, deputado Xuxu Dal Molin criticou o aumento de impostos: "estou cansado de hipocrisia, de mentira"

A crítica do parlamentar foi feita durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (17.07), no momento do discurso a galeria da Casa de Leis estava lotada de grevistas.

Dal Molin apontou a necessidade de uma Reforma Administrativa profunda em Mato Grosso, com corte de gastos em todos os Poderes e redução de duodécimos, incluindo a unificação da estrutura do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT). 

Dal Molin defendeu o liberalismo econômico e registrou que Mato Grosso está na contramão do desenvolvimento mundial. "Em nenhum lugar do mundo, quando aumentou imposto, arrecadou mais. O Resultado de aumento de imposto é sonegação, desemprego e quebradeira", afirmou o parlamentar. 

Conforme o deputado, uma maior taxação poderá deixar Mato Grosso menos competitivo em relação aos outros estados da Federação. "Os tubarões da política querem ganhar muito aumentando impostos e ficam sem nada. Ninguém fala a verdade para o povo. Vergonhoso o modelo de gestão pública do Mato Grosso. Não é culpa desse governador. Agora, ele pode mudar. Se ele ficar na mesma toada dos outros (ex-governadores), o Estado de Mato Grosso estará deixando de ser competitivo. Goiás está recebendo investimento nosso; e, Mato Grosso do Sul também", disse. 

Para o parlamentar, combater a sonegação de impostos é uma via que deve ser seguida para aumentar a arrecadação. "Eu quero que combata os grandes sonegadores, mas falem a verdade, estamos quebrados, sem falar do endividamento do produtor, do comerciante, dos servidores. Está todo mundo empurrando com a barriga e mantendo privilégios e aumentando duodécimos. Faz 5 anos que o Brasil quebrou", destacou Dal Molin.

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