Sábado, 20 de Abril de 2019, 14h:00

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Ulysses descarta saída do partido e aponta Barbudo como nome forte ao Senado

Por: LEONARDO HEITOR

O deputado estadual Ulysses Moraes (DC) descartou uma possível mudança de partido. Ventilado em siglas como o PSL, o jovem parlamentar afirmou que não tem intenção de deixar o DC, que não atingiu a cláusula de barreira. Ele apontou que o fato interfere apenas na perda de fundo partidário e tempo no horário eleitoral, o que segundo o mesmo, não são necessários para suas candidaturas.

Alan Cosme/HiperNoticias

ulisses moraes

 

Ele também afirmou que não vê problemas em apoiar, ainda, o deputado federal Nelson Barbudo (PSL) em uma possível eleição ao Senado, caso a atual ocupante do cargo, a juíza aposentada Selma Arruda, tenha sua cassação confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ela teve seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) acusada de caixa 2 e abuso de poder econômico.

“Nelson se mostrou um candidato a deputado federal muito forte e o nome dele é extremamente viável a uma candidatura ao Senado, pois tem uma envergadura muito grande. Sobre questão de apoio, cabe conversar, ver qual a linha ideológica que ele irá trabalhar. Mas hoje, dentre os nomes postos, o nome dele é muito forte. No entanto, parafraseando ele mesmo, não vamos discutir defunto vivo”, disse.

Ulysses Moraes também afirmou que não pretende mudar de legenda, destacando que confia na direção do partido atualmente, presidido por Aécio Rodrigues no estado. Ele pontuou que por enquanto, continuará no DC, mas que chegou a olhar outras siglas.

“Com relação a outros partidos, por ora, não estou procurando. Olhei um, olhei outro, mas continuo no DC. Por enquanto, as únicas sanções que a legenda teria por não ter atingido a cláusula de barreira é o tempo eleitoral, que eu não usei, além da perda do fundo partidário, que eu também não usei. Então, para mim, a legenda ter alcançado ou não a cláusula de barreira, é indiferente. Em termos de estrutura de campanha, não utilizamos nada público, porque temos essa linha”, pontuou.

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