Quarta-Feira, 21 de Agosto de 2019, 09h:53

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"Começou a dança das cadeiras", diz Misael sobre trocas no staff da prefeitura

Por: FERNANDA ESCOUTO

O presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Misael Galvão (PSB), afirmou nesta terça-feira (20) que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) ainda não enviou aos vereadores o projeto de reforma administrativa, anunciada por ele na tarde desta terça-feira (20). A expectativa é que o documento siga para sanção do plenário ainda nesta semana.

Alan Cosme/HiperNoticias

misael falvao

"Já começou a 'dança das cadeiras'. Estamos esperando que o prefeito encaminhe para nós. Se for para uma economia, para poder continuar avançando a nossa cidade, eu vejo com bons olhos”, disse o vereador em entrevista ao Bom dia MT, nesta quarta-feira (21).

Conforme o anúncio de Emanuel Pinheiro, Luiz Antônio Possas de Carvalho será efetivado como secretário de Saúde, em seu lugar na Procuradoria Geral do Munícipio, assume o atual controlador, Marcus Britto.

Possas havia assumido a Saúde interinamente após o ex-secretário Huark Douglas Correia confessar esquema de desvio de recursos na Saúde. Ele ficou preso cerca de 10 dias, em dezembro de 2018.

Já Carlos Roberto da Costa, conhecido como Nezinho, secretário de Governo, vai para a Controladoria Geral do Município. Na Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Arsec) Emanuel Pinheiro efetiva o atual ouvidor Alexandro Adriano Lisandro de Oliveira como diretor presidente do órgão.

“Precisamos ajustar algumas peças, adequar a equipe para fechar com chave de ouro a minha gestão. Agradeço o trabalho e companheirismo de todos em cada pasta e tenho certeza de que os próximos farão jus ao trabalho realizado”, explica Pinheiro.

Outras secretarias passarão por mudanças: a Secretaria de Governo e a Secretaria de Inovação e Comunicação (Sicom). O último secretário de Comunicação foi Júnior Leite, que pediu afastamento da pasta até que fossem sanadas as dúvidas em relação a um imóvel, que teria sido alugado para sediar a Secretaria dos 300 anos, entretanto não foi utilizado.  Um valor de R$ 72 mil teria sido pago pela locação do espaço.

Em maio, o promotor da 13ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa da Capital, Roberto Turin, instaurou um inquérito civil para apurar a suposta irregularidade.

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