Quarta-Feira, 15 de Maio de 2019, 17h:55

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Justiça mantém prisão de homem que matou e enterrou mulheres

Por: LUIS VINICIUS

O juiz Mário Roberto Kono de Oliveira, do Juizado Especial Criminal Unificado (Jecrim), converteu em preventiva a prisão em flagrante de Adilson Pinto da Fonseca, 48 anos. Ele é acusado de assassinar e enterrar os corpos de Talissa de Oliveira Ormond, 22 anos, e Benildes Batista de Almeida, de 39 anos, em frente a sua residência, localizada no bairro Nova Conquista, em Cuiabá.

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Adilson Pinto da Fonseca


De acordo com o magistrado, os crimes de duplo homicídio e ocultação de cadáveres são determinantes para manter a prisão do suspeito. Depois de ser detido, Adilson confessou que matou as vítimas por sentir ciúmes.

“O fato de os delitos terem acontecido no ano de 2013, e só agora descobertos, principalmente pelos cometimentos dos crimes de ocultação de cadáveres já é de se presumir a necessidade de se garantir a aplicação da lei penal", diz trecho da decisão, que continua: "É necessário, ainda, a instrução probatória com a descoberta de outro cadáver e a oitiva de testemunhas”.

A conversão para prisão preventiva foi determinada durante audiência de custódia realizada no Fórum de Cuiabá, na terça-feira (14), um dia depois da prisão de Adison.

As vítimas estavam desaparecidas desde o ano de 2013. No início da semana, o delegado Fausto Freitas da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência de Adilson. Durante os trabalhos, o homem confessou que havia matado as duas mulheres, que foram enterradas na frente de sua residência.

Diante disso, na segunda-feira (13) foi solicitado apoio de agentes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e um processo de escavação foi iniciado. Depois de poucas horas, os agentes localizaram uma ossada enrolada em um lençol.

No dia seguinte, os trabalhos continuaram e outros restos mortais foram localizados. Os cadáveres serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para constatar se os corpos são de Talissa e Benildes.

Mesmo após a localização dos corpos e a prisão do suspeito, o caso continua sendo investigado pela Polícia Civil. Os trabalhos estão sendo comandados pelo delegado Fausto Freitas.

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