Quarta-Feira, 21 de Agosto de 2019, 07h:15

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Gaeco cumpre mandados de prisão contra 4 oficiais da Polícia Militar

Por: LUIS VINICIUS

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) cumpre na manhã desta quarta-feira (21), quatro mandados de prisão contra oficiais da Polícia Militar, em Cuiabá. 

Reprodução

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São alvos: tenente-coronel Marcos Eduardo Paccola, major Alessandro Parreira de Jesus, tenente Thiago Satiro Albino e tenente Cleber de Souza Ferreira, que foi preso suspeito de facilitar a entrada de um freezer com mais de 80 celulares na Penitenciária Central do Estado (PCE), no mês de junho.

Eles são suspeitos de participarem de um suposta fraude de arma nna Superintendência de Apoio Logístico e Patrimônio (Salp) da Polícia Militar. Essas seriam compradas em um "mercado negro" e legalizada no sistema da instiição. 

Os membros do Gaeco receberam informações que Paccola estaria na cidade de Sinop (500 km de Cuiabá) e foram até a cidade do Nortão do Estado para cumprir o mandado de prisão.

No entanto, os agentes foram surpreendidos quando o oficial apresentou um salvo-conduto (habeas corpus preventivo) que evitava a prisão, que fora decretada pelo juiz Marcos Faleiros da 11ª Vara Criminal de Cuiabá. A liminar foi deferida pelo desembargador Sebastião Barbosa Farias.

O habeas corpus só foi impetrado, pois Paccola ficou sabendo que seria alvo da operação. Diante disso, o oficial pediu para que o seu advogado Ricardo Monteiro impetrasse o salvo-conduto. 

Por sua vez, os outros três policiais foram presos e encaminhados ao Fórum de Cuiabá onde deverão passa por audiência de custódia. 

Corregedoria acompanha

Por meio de nota, a Polícia Militar informou que convocou a Corregedoria para participar dos cumprimentos dos mandados. 

Veja a nota na íntegra

O Comando Geral da Polícia Militar informa que determinou que oficiais da Corregedoria acompanhem e atendam os agentes públicos em todas as solicitações e necessidades no sentido de apurar e esclarecer as denúncias.

Informa ainda que no âmbito militar a Corregedoria está apurando a denúncia de envolvimento de policiais militares no caso desde as primeiras medidas judiciais adotadas e que instaurou dois procedimentos investigatórios, sendo um Inquérito Polícia Militar(IPM) e uma sindicância, ambos estão em tramitação.

 

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