Entre os presentes no evento estão muitos ex-presidentes da instituição, ministros do governo, os presidentes da Câmara e do Senado, servidores, jornalistas e alguns outros convidados.
A fala de Tebet ocorre no momento em que o Copom decidiu pela elevação consecutiva da Selic de 1 ponto porcentual por três meses seguidos e a indicação de que, em maio, o colegiado voltará a elevar o juro - atualmente em 14,25% ao ano - ainda que em um ritmo menor.
Ao fazer a defesa pela redução da Selic, a ministra fez questão de mostrar o distanciamento entre a sua opinião e a autonomia da autoridade monetária. "Nós combatemos de forma eficiente a inflação. Sei que é uma tarefa árdua, mas vamos conseguir no médio prazo. Nos próximos 60 dias, com tudo caminhando bem como acredito, irá começar a ter uma diminuição dos preços, especialmente dos alimentos", cogitou. "Para o Banco Central, quem sabe, um pouquinho antes do imaginado - quem sabe - a autonomia é do banco, podermos pensar no segundo semestre em diminuir um pouco a taxa de juros", continuou.
(Com Agência Estado)
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