Essa cautela ficou ainda mais evidente durante o Dia do Consumidor, comemorado em 15 de março. Na semana da data, o movimento em shopping centers caiu 16% em relação ao mesmo período de 2024, o que resultou em uma retração de 3% tanto no faturamento quanto nas vendas, segundo o CEO da F360, Henrique Carbonell.
No acumulado do mês, as vendas recuaram 5% e o faturamento caiu 6%. Para o sócio da HiPartners, Eduardo Terra, mesmo com o crescimento anual de 2,4% no varejo ampliado em janeiro, o desempenho do setor ainda é considerado moderado, especialmente nos segmentos mais sensíveis ao crédito.
Segundo Terra, o consumo segue pressionado por fatores macroeconômicos como a inflação de alimentos, as altas taxas de juros e as recentes mudanças tributárias - entre elas, o programa Remessa Conforme.
A análise apontou ainda uma perda de fôlego na atividade de compra, refletida na queda de 1,1% no ticket médio geral.
Nos shopping centers, o ticket médio até cresceu 3,4%, mas o avanço não compensou as quedas nas lojas de rua (3,7%) e em regiões como o Sudeste (1,5%) e o Norte (1,8%).
(Com Agência Estado)
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