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Economia Quarta-feira, 02 de Abril de 2025, 12:15 - A | A

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Quarta-feira, 02 de Abril de 2025, 12h:15 - A | A

Consumidores ficaram, em média, 10,24 horas sem energia no ano de 2024, mostra Aneel

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A Agência Nacional de Energia Elétrica divulgou os resultados do desempenho das distribuidoras na continuidade do fornecimento de energia elétrica em 2024. Os consumidores ficaram, em média, 10,24 horas sem energia no ano passado, redução de 1,7% em relação a 2023. Já o fornecimento de energia foi interrompido, em média, 4,89 vezes por consumidor, queda de 5%.

As compensações pagas para os consumidores, quando as empresas extrapolam os limites individuais de duração e frequência de interrupções, somaram R$ 1,122 bilhão em 2024. Houve alta na comparação com 2023, quando esse montante foi de R$ 1,080 bilhão. A Agência aponta para aperfeiçoamento nas regras de compensação para direcionar maiores valores para os consumidores com piores níveis de continuidade.

Das empresas de grande porte, a Companhia Jaguari de Energia (CPFL Santa Cruz, SP) lidera o ranking de melhor desempenho. Na sequência vem a Energisa Paraíba - Distribuidora de Energia S.A. (EPB) e a Energisa Rondônia - Distribuidora de Energia S.A. (ERO), empatadas em segundo lugar. Nas duas piores posições estão: Equatorial GO e CEEE.

Das empresas com até 400 mil consumidores, o melhor desempenho ficou com a Pacto Energia PR (antiga Força e Luz Coronel Vivida), seguida pela Empresa Força e Luz João Cesa (EFLJC, SC) em segundo e Muxfeldt Marin e Cia (MUXENERGIA, RS) em terceiro.

A Aneel também divulgou a lista de distribuidoras que mais evoluíram em 2024, no ranking anual. No caso das empresas de grande porte, a Neoenergia Brasília (DF) teve avanço de nove posições em relação a 2023, seguida pela CPFL Paulista (SP), que subiu sete posições. Por outro lado, Enel RJ (RJ), Enel CE (CE) e RGE (RS) regrediram, com recuo de seis posições em comparação a 2023.

As distribuidoras Amazonas Energia, CEA, Equatorial Alagoas e Roraima Energia permanecem sendo excluídas do ranking porque ainda estão com limites de indicadores flexibilizados.

(Com Agência Estado)

 

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