Domingo, 14 de Julho de 2019, 17h:20

Tamanho do texto A - A+

Obras de revitalização do mercado do porto não têm data prevista para serem iniciadas

Por: NATHANY GOMES

Alan Cosme/HiperNoticias

mercado do porto


As obras de revitalização do Mercado Varejista Antônio Moisés Nadaf, conhecido como Mercado do Porto, estavam previstas para serem iniciadas no começo deste ano. Entretanto, até agora não existe nenhuma movimentação no local, e não existe da prevista para o início dos serviços, que integravam um conjunto de obras dos 300 anos da Capital.,

Com orçamento total de R$ 14,1 milhões, a exeucação da obra será divida em duas etapas, ampliação e modificação, sendo investido na primeira o valor de R$ 8.914.771,38 e na segunda o valor de R$ 2.548.017,77. 

Os recursos a serem utilizados são oriundos do Ministério do Turismo, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério da Integração Nacional e da própria Prefeitura de Cuiabá. 

O processo licitatório foi concluído em janeiro deste ano. Em abril foi assinada a ordem de serviço para a ampliação, que tem como prazo previsto 15 meses para ser concluída. Atualmente, o edital de contratação das empresas vencedoras passa por uma revisão jurídica na Procuradoria Geral do Município (PGM). 

De acordo com assssoria de imprensa da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Smades) o edital deve ser lançado nas próximas semanas e somente depois da realocação e garantia das condições básicas de trabalho aos permissionários é que os trabalhos de construção serão iniciados. 

Para o representante dos feirantes do Mercado do Porto José Ismar de Azevedo, a reforma é de grande importância para a cidade. “Nós estivemos em contato com a Smades na semana passada, e nos foi comunicado que após a realocação dos feirantes, pois o mercado não pode parar, em quinze dias começam as obras, pois é de grande importância para Cuiabá, já que se trata de um ponto turístico, de movimentação muito grande”, frisou. 

Atualmente, o Mercado do Porto possui cerca de 150 feirantes que trabalham no local e sobrevivem integralmente com a renda gerada pelas vendas de hortifrútis, gerando cerca de 500 empregos diretos. 

Avalie esta matéria: Gostei | Não gostei

Leia mais sobre este assunto








Mais Comentadas