Segunda-Feira, 06 de Agosto de 2018, 11h:53

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Na teoria, candidatura do Procurador Mauro pode ajudar, avalia Adilton Sachetti

Por: DANNA BELLE

O PSOL confirmou a candidatura do Procurador Mauro como candidato ao Senado nas eleições deste ano. Como o candidato tem seu colégio eleitoral na baixada cuiabana, ele poderá dividir votos com os demais concorrentes da região, favorecendo, na teoria, a disputa no interior, segundo análise do deputado federal Adilton Sachetti (PRB) que concorre à mesma vaga. 

 

Edson Rodrigues

convencao prb sachetti

 Adilton Sachetti disputa uma vaga ao Senado na coligação de Wellington Fagundes

Pra mim, eu não sou da baixada, ele vindo pra baixada divide mais os votos, na teoria nos ajuda porque nós somos do interior, mas isso tudo é teoria, a gente tem que conversar com o povo, o povo que vai dizer se vai com ele, comigo ou outro candidato”, avaliou Sachetti. 

 

O parlamentar reforça que o pleito não pode virar uma guerra, mantendo o respeito entre os adversários. Por isso o Procurador Mauro é bem aceito na competição por votos e será avaliado pela população assim como todos os outros concorrentes. 

 

Isso aqui não pode ser uma guerra, então é uma disputa eleitoral, a gente tem que saber separar isso. Se ele está vindo para essa disputa, ele é bem-vindo, eu acredito que ele tenha a oportunidade dele também, ele tem a capacidade dele, ele tem o respeito meu como candidato e a sociedade é quem vai avaliar”, explicou. 

 

“Política é isso a gente tem que ter a oportunidade da disputa e agora virá o período eleitoral nós vamos ter que conversar com a população, cada um vai apresentar suas razões pra ser candidato, vai apresentar suas propostas de trabalho e quem vai decidir quem será eleito é a população”, complementou. 

 

Sachetti disputa uma das vagas ao Senado pela aliança com o PR do candidato ao Governo de Estado, Wellington Fagundes. A outra cadeira será pleiteada dentro da chapa, pela ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder (PC do B).  

 

Apesar de serem oriundos de diferentes áreas de atuação, isso não irá interferir na harmonia da chapa, uma vez que o parlamentar garante pedir voto para a ex-reitora, assim como ela deve pedir voto para ele. 

 

“Vou pedir voto dentro da chapa, o eleitor tem opção, não é obrigatório os dois votos em uma chapa, mas nós temos uma chapa e eu vou pedir para nossa chapa e eu tenho certeza que a Maria Lúcia também vai pedir pra chapa que é minha e dela, vamos somar e o povo que decide”, concluiu. 

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