Quinta-Feira, 05 de Outubro de 2017, 08h:01

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Júlio Campos diz que não precisa de “esmola” para bancar campanhas do DEM

Por: FELIPE LEONEL

O ex-deputado federal Júlio Campos (DEM) rebateu as declarações do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), em delação premiada, de que teria recebido propina de R$ 4 milhões. O dinheiro teria sido usado para bancar a campanha de candidatos proporcionais do DEM, na eleição do ano 2010. Júlio afirmou que em suas mãos, esse montante não chegou e que não precisa de “esmola” para bancar campanhas dos candidatos do partido.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

julio campos

 

“Como já dissemos, quando saímos candidatos nós estamos estruturados. Todas as eleições que os Campos disputaram não dependemos de recurso financeiro de ninguém. Nunca precisamos estar esmolando ajuda de ninguém para disputar uma eleição e ganhar uma eleição aqui em Mato Grosso ou até perder, como já perdemos duas eleições”, afirmou Júlio Campos.

 

O valor, supostamente pago por Silval, seria R$ 1 milhão para o candidato a vice-governador na chapa de Wilson Santos (PSDB), Dilceu Dal’Bosco e outros R$ 3 milhões para bancar campanha dos candidatos proporcionais. “Ocorre que nas minhas mãos, esse dinheiro não chegou. Se alguém usou meu nome ou pegou alguma ajuda por acaso com esse cidadão, essa ajuda não chegou ao DEM”, afirmou Júlio.

 

Na ocasião, o DEM tinha três candidatos a deputado federal, um candidato ao Senado e cerca de 10 postulantes a deputado estadual. Campos ressaltou também que no ano de 2010 o presidente era o professor Oscar da Costa Ribeiro e o secretário geral do partido era Serginho Teixeira. Por isso, Júlio disse que não pode falar se a sigla recebeu verba de propina.

 

“Eu nunca dependi de ajuda de ninguém. Sempre as minhas campanhas são feitas com ajuda de alguns amigos íntimos e familiares.  E também do meu próprio bolso, 90% do meu bolso”, finalizou Júlio Campos. 

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