Segunda-Feira, 30 de Julho de 2018, 15h:21

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Garcia nega acordo para ocupar chefia da Casa Civil

Por: DANNA BELLE

O deputado federal e presidente do DEM em Mato Grosso, Fábio Garcia é um dos principais articuladores do projeto Mauro Mendes ao Governo e desmentiu a conversa sobre ser o próximo chefe da Casal Civil, caso o democrata seja eleito.

 

Alan Cosme/Hipernotícias

fabio garcia reuniao dem

 Deputado federal Fábio Garcia (DEM)

“Nunca conversei com Mauro Mendes sobre essa questão de secretaria, lá na frente. Não conversaremos isso até depois da eleição. Se for eleito, a partir daí começaremos a montar toda equipe”, justificou à Rádio Capital 101,9 FM, na manhã desta segunda-feira (30).

 

Garcia ainda prefere manter a humildade e acredita que será uma eleição complicada, pois os eleitores estão desanimados com o atual cenário da política.

 

“Primeiro deixar muito claro, não existe já ganhou, temos a convicção que será uma eleição muito difícil temos que conquistar a confiança dos eleitores, em especial em um momento desse da política. É algo desafiador”, comentou.

 

Em relação ao descrédito da política, Garcia foi questionado sobre sua avaliação do fato de o governador Pedro Taques (PSDB) ter sido citado, pelo cabo Gerson Corrêa, como responsável pelos grampos telefônicos ilegais realizadas por um núcleo da Polícia Militar em Mato Grosso.

 

“Sério, muito sério. A Justiça tem obrigação de aprofundar e esclarecer esses fatos. As pessoas precisam entender a gravidade das escutas clandestinas”, avaliou.

 

“A utilização de servidores públicos pagos pelo povo de Mato Grosso desviando de suas funções. A utilização do aparato e da máquina do Estado para, de forma clandestina, escutar as pessoas. Isso é um atentado à democracia. É uma invasão à intimidade e privacidade das pessoas utilizando para tanto do aparato público do Estado que deveria ser usado para o serviços públicos de qualidade”, completou.

 

O deputado ainda acredita no poder da Justiça para investigar o caso a fundo e punir os culpados.

 

“Precisa ser com muita profundidade, investigado pela Justiça. E os culpados, obviamente, punidos na medida que a lei prevê, a gente espera, portanto, que a Justiça atue sobre esse caso, esclareça e puna os culpados”, concluiu.

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