Terça-Feira, 10 de Abril de 2018, 12h:00

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Candidatura de Mendes está "praticamente garantida", diz Júlio Campos

Por: FELIPE LEONEL

O ex-governador Júlio Campos (DEM) afirmou que a pré-candidatura do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), ao Governo do Estado “está praticamente garantida”. Segundo Júlio, Mauro Mendes já teria, inclusive, coordenador geral da campanha e vários apoiadores. A declaração foi dada em entrevista à TV Vila Real, no Jornal do Meio Dia de segunda-feira (9).

 

Alan Cosme/HiperNoticias

julio campos

 

De acordo com ele, em uma reunião, realizada o dia 3 (terça-feira), Mauro Mendes teria dito estar pronto para a disputa ao Governo. “Ele disse estar pronto para a luta e pronto para disputar tanto é que na última semana já conversou com algumas pessoas da área de marketing, pedindo ponto propostas”, afirmou.

 

Nessa segunda-feira (9), o ex-prefeito participou de um almoço com lideranças de nove agremiações partidárias. Participaram do encontro os representantes do PDT, DEM, PSD, PTB, PRB, PHS, PCdoB, PP e PROS.

 

O ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), teria se colocado a disposição de Mendes para coordenar a campanha. Pivetta coordenou a campanha vitoriosa de Pedro Taques ao Governo do Estado em 2014. De acordo com Campos, o ex-senador Jayme Campos também pode encabeçar uma cabeça de chapa, caso a candidatura de Mendes não se concretize.

 

Ainda segundo Júlio Campos, a família do ex-prefeito teria entendido o anseio da população pela candidatura de Mendes ao Governo. Mendes, estaria inclusive, conversando com algumas agremiações partidárias, como o PRB, através do deputado federal Adilton Sachetti e com o PDT, do deputado Zeca Viana.

 

O grupo também busca apoio do PSD, partido presido pelo ex-vice-governador Carlos Fávaro, que pretende disputar uma vaga ao Senado Federal. Segundo Júlio, o Democratas não está mais na base do governador Pedro Taques, pois o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM) entregou a função de líder do governo.

 

“Eu acho que o DEM não faz mais parte do Governo. Não é oposição, mas também não somos do bloco do governo. O DEM quer crescer, não tem porque continuar no governo se daqui a quatro meses a gente vai disputar contra ele. Não tem mais como retornarmos para os braços do PSDB, ou da coligação do PSDB”, disse.

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