Quarta-Feira, 27 de Dezembro de 2017, 16h:58

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Polícia Civil aguarda laudo da Politec para desvendar morte de vendedora

Por: LUIS VINICIUS

A Polícia Civil aguarda o resultado de necropsia da Perícia Oficial de Identificação (Politec) para saber se a verdadeira causa da morta da vendedora, Alessandra Benedito Pinto, de 39 anos, que foi encontrada com um ferimento na cabeça, no dia 24 de novembro, no bairro Carumbé, em Cuiabá, foi homicídio. 

 

Reprodução

alessandra/dhpp

 

De acordo com a instituição, o laudo da morte emitido pelos médicos do Hospital São Benedito, apontou que Alessandra morreu devido a um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Por outro lado, familiares da mulher pedem uma investigação profunda, já que eles afirmam que a certidão de óbito apontam para uma causa indeterminada. 

 

"Na certidão de óbito, está que ela morreu demorte indeterminada. Ela foi encontrada com um ferimento na cabeça. Isso foi assassinato. Não foi AVC. A minha irmã foi assassinada com uma paulada na cabeça. A polícia tem que saber quem fez isso com a minha irmã. A investigação tem que continuar", disse um familiar da vendedora. 

 

Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Polícia Civil, afirmou que o laudo dos médicos apontou que ela sofreu um AVC. Contudo, foi aberto um inquérito para investigar o caso. 

 

"O caso da morte de Alessandra Benedita Pinto é investigado pela delegada Ana Cristina Feldner que aguarda resultado do exame de necrópsia para confirmação se trata-se de caso de homicídio ou morte natural, uma vez que os médicos apontaram como causa da morte Acidente Vascular Cerebral (AVC)", disse por meio de nota. 

 

O caso

 

Após ser agredida, Alessandra chegou a ficar cinco dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital São Benedito, em Cuiabá. Devido a agressão, a mulher perdeu muito sangue, não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada no dia 28 de novembro pelos neurocirurgiões da unidade médica.

 

Antes da morte de Alessandra ser confirmada, o caso passou a ser investigado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher. No entanto, após o óbito da vendedora, as investigações foram transferidas para a DHPP. 

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