Sexta-Feira, 08 de Fevereiro de 2019, 16h:57

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Delegado aciona Whatsapp para esclarecer origem de lista com nome de supostos agressores de mulheres

Por: KHAYO RIBEIRO

O delegado Eduardo Botelho, coordenador da Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat), acionou a empresa Whatsapp para esclarecer a origem de uma lista com o nome de 63 suspeitos de agredirem mulheres. De forma viralizada, a listagem tem circulado pelo aplicativo e alcançou os citados na relação, que foram à polícia registrar boletim de ocorrência.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

delegado eduardo botelho/deddica

 Delegado Eduardo Botelho

Por meio de nota, a comunicação da Gecat informou que, na quinta-feira (07), um dos homens com o nome na lista procurou os serviços da polícia para registrar queixa. Depois dessa primeira denúncia, outros 11 rapazes procuram a Gecat.

 

Com o título “Machos para manter distância”, a lista faz um relacionado homens que supostamente seriam autores de violência doméstica contra mulheres (abuso, assédio e agressões).

 

A equipe da Gecat destaca a necessidade da cautela no uso das redes sociais, a fim que pessoas não sejam prejudicadas de forma criminosa.

 

Confira nota da Gecat na íntegra abaixo.

 

A Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) informou que na quinta-feira (07) foi procurada por um homem que compõe a lista de 63 pessoas do sexo masculino, que seriam autores de violência doméstica contra mulheres (abuso, assédio e agressões) que vem sendo propagada via aplicativo Whatsapp.

 

A partir dessa primeira denúncia, outros 11 homens procuraram também a Gecat até esta sexta-feira (08). As 12 pessoas, todas do sexo masculino, foram ouvidas por estarem sendo vítimas de crime de injuria, após registro de boletim de ocorrência. O delegado Eduardo Botelho, coordenador da Gecat, também oficializou o Whatsapp e aguarda retorno.

 

O compartilhamento nas redes sociais deve ser cauteloso e responsável, para que não haja prejuízo as pessoas, que acabam sendo vitimadas por situações as quais não têm envolvimento, especialmente, em crimes dessa natureza, como o da lista viralizada.  

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