Quarta-Feira, 09 de Agosto de 2017, 17h:00

Tamanho do texto A - A+

Bandidos cortaram barriga de taxista até o coração em ritual de tortura

Por: LUIS VINICIUS

O taxista Douglas da Silva Dantas, 34 anos, assassinado a sangue frio na noite de terça-feira (8), no bairro Barreiro Branco, em Cuiabá, passou por momentos de tortura nas mãos de possíveis membros da facção criminosa Comando Vermelho (CV-MT). Além de ser amarrado, amordaçado e degolado, Dantas foi perfurado da barriga ao coração.

 

Em um vídeo, que já circula pelas redes sociais, aparece o momento da morte e a vibração dos criminosos, ao dizer que estão matando um membro do Primeiro Comando da Capital. O corpo dele foi encontrado na manhã desta quarta-feira (9), no bairro Barreiro Branco, em Cuiabá.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

Delegada Alana Cardoso

 As investigações da morte do taxista estão sendo comandadas pela 

Douglas, que foi encontrado em uma região de mata próximo a um Gol de cor vermelha, tinha duas passagens criminais por tráfico de drogas e roubo e ficou preso na Penitenciária Central do Estado.

 

No entanto, a Polícia Civil não confirma que a morte da vítima pode ter sido uma espécie de acerto de contas ou a mando de alguém. Contudo, durante o crime, um dos suspeitos grita: "tá vendo, doutor. Tá vendo (sic)", dando a entender que a vítima teria sido vítima de um suposto crime de mando.

 

No vídeo também é possível notar que o homicídio ocorre igual aos casos postados pelos terroristas do Estado Islâmico, com requinte de crueldade e filmado do começo ao fim. Nas imagens, que são impossíveis de serem publicadas, os assassinos vibravam ao verem a vítima sendo degolada. 

 

"É assim que faz com PCC. Vermelhão mata e PCC morre (sic)", disse um dos assassinos. 

 

Os dizeres no local de morte significa que a vítima seria membro do PCC, que é uma facção inimiga do Comando Vermelho, a maior de Mato Grosso.

 

Por enquanto nenhum criminoso foi identificado ou preso. A delegada Alana Cardoso esteve no local do crime e começou as investigações. 

Leia mais sobre este assunto