Sexta-Feira, 09 de Novembro de 2018, 08h:58

Tamanho do texto A - A+

Defensores escolhem nesta sexta-feira novo gestor do órgão para o biênio 2019/2020

Por: REDAÇÃO

Na sexta-feira (9/11) os defensores públicos de Mato Grosso escolherão o novo gestor do órgão para o biênio 2019/2010 e os seis conselheiros superiores que atuarão na nova administração. Quatro membros se apresentaram para concorrer ao cargo de defensor público-geral e 12, para disputar as seis cadeiras do Conselho.

 

Reprodução

Defensores

 

A eleição terá início às 11h e será encerrada às 17h, no auditório da sede administrativa da Defensoria Pública de Mato Grosso, com uso de urna eletrônica. Cada membro pode votar em até três nomes para o cargo de defensor público-geral e seis para conselheiros. Os três mais votados integrarão a lista que será enviada para o governador Pedro Taques, até o dia 30 de novembro. Cabe a ele nomear o novo condutor da Instituição. Os seis mais votados também ocuparão a função de conselheiros.

 

Para votar, o defensor deverá registrar o número do escolhido que estará associado a uma foto. A primeira opção da urna será para o cargo de defensor público-geral. Concorrem ao cargo os defensores com os seguintes números: Caio Zumioti (10); Clodoaldo Queiroz (11); Edson Weschter (12) e Júlio Diniz (13).

 

Na sequência, os membros farão a escolha dos conselheiros e conselheiras pelos números: Elianeth Nazário (20); Érico Silveira (21); Fernanda Cícero (22); Fernando Soubhia (23); Giovanna Santos (24); João Vicente (25); José Edir (26); Kelly C.V. Otácio (27); Luiz Brandão (28); Paulo Marquezini (29), Sandra Alves 30 e Silvio Santana 31.

 

Podem concorrer ao cargo de defensor público-geral os profissionais estáveis na carreira, que tenham 35 anos na data da posse. E ao cargo de conselheiro os membros estáveis, que não estão afastados e que não tenham sofrido sanção administrativa disciplinar, há menos de dois anos da data da inscrição.

 

Após o encerramento da eleição, às 17h, terá início o processo de apuração. “Vamos usar as urnas eletrônicas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral, órgão ao qual agradecemos pelo auxilio, presteza e orientação. Com elas, o processo é seguro, ágil e possibilita uma rápida apuração”, explicou o defensor publico-geral, Silvio Jéferson de Santana.

 

Livro – No dia da eleição será lançada a segunda edição do livro “O Tribunal do Júri e a Defensoria Pública”, escrito por 17 coautores, entre eles, os defensores Giovanna Santos, Giseli Chimati Berna, Nelson Gonçalves e Odila de Fátima. O livro, que é dividido em duas partes, a primeira com teses jurídicas e a segunda com estudos de casos, será comercializado na recepção do órgão.

Avalie esta matéria: Gostei +1 | Não gostei