Quarta-Feira, 11 de Outubro de 2017, 16h25
NEM SINAL
Assassino de adolescente é preso após cinco meses, mas foge por buraco de delegacia

DA REDAÇÃO

Um homem de 26, identificado como Carleandro da Conceição, foi preso pela Polícia Civil na cidade de Nova Ubiratã (500 km ao Norte de Cuiabá), na terça-feira (10), suspeito de ter matado a adolescente Alana Aparecida Ramos de Jesus, de 15 anos, em abril deste ano em Terra Nova do Norte (648 km de Cuiabá). No entanto, o acusado foi recambiado para a cidade de Sorriso (420 km de Cuiabá) fez um buraco na parede e conseguiu fugiu.

  

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 A adolescente Alana Aparecida Ramos de Jesus foi assassinado em abril de 2016

As investigações apontaram que o acusado foi visto saindo de um bar e pegando carona com Alana um dia antes do desaparecimento dela e teria cometido o crime para roubar o carro da vítima. O corpo da adolescente foi encontrado com marcas de facadas em um matagal.

 

De acordo com informações, Carleandro foi preso no Distrito Entre Rios, após uma investigação da Polícia Civil. Ao ser abordado, ele disse que se chamava Orlando. No entanto, ao ver que os investigadores estavam com um mandado de prisão contra ele, confessou que havia matado Alana.

 

Após a prisão, o criminoso foi transferido para a delegacia de polícia de Sorriso. No entanto, nas primeiras horas da manhã, os agentes não conseguiram encontrar Carleandro na cela, pois ele havia feito um buraco na parede e fugido.

 

A prisão preventiva do suspeito foi decretada pelo Juiz da Vara Única de Terra Nova do Norte, Jean Pauo Leão Rufino.

 

O caso

 

A adolescente desapareceu no dia 11 de abril, quando saiu da cidade onde morava, Terra Nova do Norte, rumo a Sinop (a 500 km de Cuiabá) para tentar vender o carro que era do marido dela que tinha falecido.

 

O corpo de Alana foi encontrado cinco dias depois em uma região de mata, em um loteamento, nos fundos da Associação dos Criadores de Terra Nova do Norte (Acriterra).

 

Ela foi assassinada com pelo menos duas facadas. À época, outro homem chegou a ser detido por suspeita de envolvimento no crime e, depois, liberado por falta de provas.

 


Fonte: HiperNotícias
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