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Segunda-Feira, 12 de Setembro de 2016, 15h:28

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Mart’nália faz apresentação de graça na Praça da Mandioca

Por: RAYANE ALVES

A cantora e compositora Mart’nália traz o seu samba para agitar o público cuiabano nesta segunda-feira (12), a partir das 19h. O show é em homenagem ao centenário do ritmo. E para comemorar nada melhor do que a apresentação gratuita na tradicional Praça da Mandioca.

 

Globo

martinália

 

Além da apresentação oficial, o grupo ‘O Samba, a bossa e as novas’ também faz parte da grade da programação.

 

Entre os sucessos que Mart’nália irá soltar a voz estão ‘Cabide’, ‘Namora Comigo’, ‘Peço a Deus’, ‘Tava por aí’ e ‘Ela é a minha cara’. 

 

BIOGRAFIA

Mart'nália gosta de samba desde que nasceu. Ela acompanhava o pai às rodas de Vila Isabel ainda muito pequena e foi assim que se apaixonou pela música. Foi lá que aprendeu a sambar, cantar, tocar violão e pandeiro.


Entre as décadas de 80 e 90, chegou a gravar dois discos "de brincadeira", como ela mesma gosta de dizer Mart´nália (1985) e Minha Cara.

Em 2002, lançou seu terceiro álbum, Pé do meu Samba (Natasha Records), que ela considera ser o primeiro "de verdade", produzido por Celso Fonseca e dirigido por Caetano Veloso.

 

E, desde então conseguiu espaço para se consagrar como uma das musas do samba. 

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1 Comentários

Wagner Vinicius Lemos - 14/09/2016

Bom dia, pessoal da hipernoticia, peço-lhes a permissão de publicar logo, breve quando os CONTOS MOCIDADE E REVOLUÇÃO ESTIVEREM IMPRESSOS, COM ISBN E CONFORME O QUE EXIGEM; A PUBLICAÇÃO DA NOTICIA, QUE IREI FAZER A TARDE DE AUTOGRAFO, NA Academia Matogrossense de Letras, em Cuiabá.. Camarada, Kleber Lima! Sucesso, e um abraço do poeta Wagner Vinicius, de Rondonópolis...Muito inteligente, mas, também astucioso politicamente, nosso líder estudantil, o camarada Lima, conseguira reunir e unir duas forças estudantis: universitários e estudantes secundaristas da capital Cuiabá. As entidades estudantis se uniram, em um só propósito, - a campanha pelo Impeachment- lutar em favor da campanha nacional pelo Fora Collor! Era o camarada Cleber de Lima teórico e estudioso do marxismo. O estudante de comunicação social da universidade; tornara-se quadro político, dedicado ao Partido de João Amazonas. Esse ano de 1992, toda militância, dos Pcsdube; faziam ações de combate intransigente, em apoio, aos preceitos, as doutrinas do comunismo da famosa Albânia, de Haver Hoxer... Às cinco horas da tarde, avistei, à distancia estudantes que haviam sido moblilizados, pelos camaradas Cleber Lima, o Clovis e Luis da Penhas; No momento que caminhava a estreita Rua Pedro Celestino, o centro urbano da capital Cuiabá. Me aproximei deles, entusiasmado, com o trabalho de conscientização pelo movimento estudantil, a AME. Lá adiante, via a enorme turba de gente, se acotovelando ao lado da Igreja Matriz, Catedral Católica. Eram estudantes, das diversas Escolas públicas do estado. Tomaram a avenida da cidade, centenas de moças e rapazes todos eram estudantes das escolas públicas. No entardecer, a cidade verde, a formosa Cuiabá, de minha mocidade, lembro-me; estava ensolarada o bastante para enocorajar a passeata, a multidão de estudantes. A passeata principiava e, se deslocavam nela três mil estudantes, alunos e a população que aderiram a campanha pelo - Fora Collor! Estavam todos com o rosto pintados, tendo três cores da bandeira brasileira. Defronte ao Colégio Estadual; mobilizavam-se representantes de entidades estudantis; e centenas de alunos, que permaneciam em conversas e também, mobilizados para participar. Naquele ato público de protesto; após habituais discursos, pronunciados por representantes dos alunos; também, houve o show popular, apresentação de conjuntos de som; declamação de poesias e dança regionais. O partido avaliou positivamente, a ação dos estudantes; estava na liderança, o camarada do partido. O camarada Cleber falou a moçada; eu lá defronte ouvia sua eloquencia. Uma semana havia passado depois da passeata com as “Caras Pintadas” em Cuiabá. Continuei me envolver nas provas; indo às aulas, participando; para estudar e realizar avaliações na Escola Estadual de Ensino Supletivo, o Emílio de Figueiredo. Com efeito, houve tempo suficiente, para continuar indo a sede do partido comunista. Lá, rever a moçada, conversar amenidades sobre o assunto Impeachment; e ainda, enamorar das comunistas, que eram bonitas ao extremo. Durante essa semana. Certa ocasião soube da noticia de Brasília. Era o mês de outubro, do ano alvissareiro de 1992. Houve no plenário da câmara baixa, a votação pelo afastamento definitivo do presidente do Brasil; o Fernando Collor. Depois da campanha, as ações revolucionarias tornaram-se novamente prosaica; não houve outras lutas significativas desenvolvidas pelo partido. Terminada as provas, retornei ao interior. Nunca depois retornara ao partido, por estar distante, e por ter que continuar os estudos. Na cidade do interior jamais houve luta de classes; a moçada jovem não queria se envolver na política partidária, nem tampouco, tinham consciência política. A maioria era alienada. Nunca mais revi, reencontrei os camaradas, que me estimavam, os comunistas do PCdo B! OS CONTOS SERÃO PUBLICADOS, E IREI A CUIABÁ, PARA REALIZARMOS A REVOUÇÃO!.. A PAZ DO SENHOR, IRMÃO KLEBER LIMA, E QUE O SENHOR JESUS CRISTO PROTEJA SUA FAMÍLIA..

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