Quarta-Feira, 07 de Novembro de 2018, 14h:38

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Hospital Materno Infantil, Dia e Retaguarda será realidade para a saúde pública de Cuiabá em 2019

Por: REDAÇÃO

Com a entrega do novo Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá prevista para dezembro deste ano, a gestão Emanuel Pinheiro se mobiliza para entregar, já no início de 2019, o primeiro Hospital Materno Infantil, Dia e Retaguarda da rede pública à população cuiabana.

 

Assessoria

Emanuel Pinheiro artigos

 

Seguindo o plano de governo do prefeito Emanuel Pinheiro, o complexo hospitalar que foi compromisso de campanha funcionará na sede do atual Pronto Socorro após a entrega do novo.

 

Conforme o secretário adjunto em Planejamento e Operações da Secretaria Municipal de Saúde, Milton Corrêa da Costa Neto, por determinação do prefeito, as obras de adaptação já estão sendo pensadas junto ao plano de transição para o novo Pronto Socorro.

 

“Revolucionar a saúde Pública em Cuiabá foi um dos maiores compromissos que o prefeito Emanuel Pinheiro assumiu com a população de Cuiabá ainda no período de campanha. Para ele, entregar o novo Pronto Socorro - que era um antigo anseio de quem usa a saúde pública na Capital e ainda transformar o antigo em Hospital Materno Infantil, Dia e Retaguarda é uma questão de honra. Por esta razão, determinou prioridade e nós já estamos trabalhando a implantação dessas novas unidades junto à transição para o novo PS”, frisou.

 

Dia de retaguarda

 

Em 2016, ao longo do período eleitoral, Pinheiro enfatizou que além do Materno Infantil, implantaria também o Hospital Dia e Retaguarda. O Retaguarda, segundo o plano de governo do gestor funcionará como fonte auxiliadora e “desafogadora” do novo Pronto Socorro e o Dia será para pequenos procedimentos e cirurgia que não exigem internações longas.

 

“O Retaguarda será o local que acolherá com humanização os pacientes que atualmente aguardam por cirurgias nos corredores do atual PS e o Dia será para atender os pequenos procedimentos cirúrgicos, onde a pessoa é atendida e recebe alta médica no máximo em dois dias”, completou Milton Corrêa.

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