Segunda-Feira, 05 de Março de 2012, 10h:29

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Dilma antecipa Dia Internacional da Mulher e diz que luta contra violência é de todos

Presidente, em seu programa de rádio, lembrou a Lei Maria da Penha e o Rede Cegonha

Por: AGÊNCIA BRASIL

Imagem da Internet

''Eu tenho convicção de que o século 21 é o século das mulheres'', disse a presidente

Em homenagem antecipada ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8, a presidente Dilma Rousseff lembrou nesta segunda-feira (5), no programa Café com a Presidenta, os avanços na proteção à mulher contra a violência, como o fortalecimento da Lei Maria da Penha, e na área de saúde, com a redução da mortalidade materna em 19% no ano passado.

Segundo Dilma, o programa Rede Cegonha já chegou a quase 1.700 municípios brasileiros, alcançando mais de 900 mil gestantes. Ela afirmou que a maioria das mortes, nesses casos, está ligada a complicações provocadas por hipertensão, diabetes, hemorragias e infecções.

''Todas essas são doenças que podem ser tratadas e controladas com um pré-natal bem feito''.

No programa semanal, Dilma disse que, a partir de abril, as gestantes que aderirem ao Rede Cegonha vão passar a receber R$ 50 para pagar as passagens de ônibus até uma unidade mais próxima do SUS (Sistema Único de Saúde), onde o pré-natal será feito. Mais de 240 mil mulheres grávidas ou que estão amamentando já recebem do governo R$ 32 do Programa Bolsa Família.

Segundo ela, em 2011 foram realizados 11,3 milhões de exames preventivos contra o câncer de colo de útero, além de 3,4 milhões de mamografias em todo o País – um aumento de 13% em relação ao ano anterior.

''Eu tenho convicção de que o século 21 é o século das mulheres. Não para as mulheres serem, de certa forma, contra os homens, mas para as mulheres terem uma participação na vida social, política, econômica e cultural do país ao lado dos homens, tendo o respeito dos homens. Um país que respeita suas mulheres constrói uma nação desenvolvida. Por isso, é muito importante, é uma tarefa de homens e mulheres a luta contra a discriminação da mulher''.

Credito: Ueslei Marcelino/Reuters
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