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Quinta-Feira, 05 de Janeiro de 2017, 08h:10

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Ver a crise pelas costas

A primeira ação para sair da “crise”, será afastar do nosso meio as pessoas pessimistas que pensam que tudo está errado e nada dará certo

Por: WILSON CARLOS FUÁH

Arquivo pessoal

Wilson Carlos Fuá

 

A palavra da moda é “crise”.  Mas, quem nunca passou ou passará por alguns dissabores na vida. O importante é saber que os dissabores da vida têm hora de chegada e hora de partida, mas importante é ter o Foco Externo para saber a origem da “crise”, pois se ela perdurar por determinado tempo,  até que é suportável, mas diante da situação paralisante, há que se ter muita criatividade e sair imediatamente do ponto zero, ter em seu estado de ação, a certeza que esse raro momento é passageiro, e não deixar que a “crise” venha a cruzar a linha do passado e do presente da sua vida ou sua empresa, pois se isso ocorrer significa que o desespero pode até perpetuar, eu disse pode.

     

Não adianta ficar a propagar a “crise” como se fosse o fim do mundo, e diante dos dissabores, nunca usar o fracasso do vizinho como justificativas, ou ficar comparando a sua vida ou de sua empresa, em relação aos que estão em pior situação, ao contrário, nessa conjuntura é que devemos encher o peito de otimismo e sentir que somos fortes e tudo podemos e logo estaremos vendo a “crise” pelas costas.

 

A primeira ação para sair da “crise”, será afastar do nosso meio as pessoas pessimistas que pensam que tudo está errado e nada dará certo, pois são especialistas em valorizar os nossos fracassos e em suas críticas, só nos notam pelos nossos erros. Diante da “crise”, devemos passar a viver de modo seletivo, unindo junto às pessoas otimistas que nos valorizam pelos nossos acertos, e quando encontrarmos as pessoas que nos incentivam, devemos transmiti-las toda forma de agradecimentos e cordialidades porque elas nos consagram apenas com as suas presenças e exemplos edificantes. 

 

Há muitas razões desconhecidas localizadas em nosso próprio íntimo, e que são forças mentais extraordinárias que podem ser usadas em nosso favor, mas que só as utilizamos em momentos de desespero e de “crises”.   Os pensamentos sem objetivos definidos dispersam  as forças e diminui o foco, fazendo com que possamos deixar escapar todas as opções que a vida nos oferece e inexplicavelmente vamos adiando as conquistas possíveis.

 

Mas, ao contrário,  poderíamos fazer valer dessa força mental em todos os momentos das nossas vidas, desenvolvendo estudos com dados sobre o Foco Externo, pois é lá de fora é que estão expostas todas as situações que nos levaram para dentro da “crise” e com base no Foco Interno devemos pesquisar tudo que restou em forma de  recursos financeiros e materiais para quantificar e qualificar sobrou depois do furação e por fim, através do Foco Pessoal/Interior buscar as forças motivacionais, intelectuais e com base nas experiências no ramo que atua, buscar de forma planejada um rumo para sair da “crise” e após, aí sim, definir por um objetivo possível, pois quando a  nossa “força de vontade” é usada como a única saída,  faz com imediatamente possamos receber auxílios que veem de todos os lugares e as opões que antes estavam escondidas pelos desesperos que cega e paralisa, agora nos aparece de forma cristalina, e tudo se transforma e passamos a  ser amparados por uma força superior, que muitas pessoas não sabem de onde veem, mas só aqueles que nunca desistiram de nada, sabem.

 

Para os otimistas a “crise” não tem vez, e sempre será vista como momento passageiro, pois os fortes, sempre lutarão com todas as forças para conquistar aquilo que aparentemente parece impossível, basta querer, pois quando se deseja um objetivo profundamente, tudo é possível.  

 

*WILSON CARLOS FUAH é  especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas

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