Sábado, 16 de Março de 2019, 08h:21

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Oração pela salvação da Alemanha

Alemães, levantai-vos da prostração, pela Alemanha, vossa Mãe!

Por: CHAUKE STEPHAN FILHO

 

diivulgação

Chauke Stephan Filho

 

— Alemanha!

— Presente.

— Alemanha!

— Aqui.

— Oh Alemanha, respondei!

— Nós estamos aqui.

— Sobrevivestes, então. Mas estais aí no chão, humilhada, ensanguentada, pisoteada, dilacerada, violentada. E rastejais entre botas e sapatos de luxo. Traidores falam por vós. Que incrível! Eles mesmos censuram vossa voz. Vosso território foi tomado, vosso espírito, quase destruído, sobrevive envenenado. Agora abraçais os invasores. Estais irreconhecível. Turcos, árabes, negros e homens femininos tomam vossas ruas. Esses serão os novos alemães? Serão esses os sucessores dos supersoldados e patriotas da Wehrmacht?

— Não! Não pode ser! Haveremos de renascer. Alemã outra vez, a Alemanha há de ser.

— O incêndio do bandido Churchill, o que restou da Pátria que Wotan levantou?

— Restamos nós, os alemães que a derrota não venceu. Nosso espírito não se rendeu à mídia do hebreu. Ante o inimigo não nos curvamos, e na resistência contra-atacamos. Somos os filhos leais de nosso Povo. Não trocaremos nosso lar pelo telefone celular. Resgataremos outros irmãos, milhões. Oh Mãe caída desta Europa, sem vós tão daninha, voltareis a ser rainha.

— A besta Stálin…

— Maldito seja!

— O assaltante Roosevelt…

— Maldito seja!

— E Angela Merkel, quem é?

— A traidora. A cadela, mas vai chegar a hora dela.

— Merkel merece o quê?

— A forca! A forca! A forca!

— Bendita corda que nos acorda.

— E o Führer?

— O Führer caiu para não vivermos de joelhos. Nele está a glória da história.

— O espírito de Hitler, onde está?

— Ele está entre nós.

— Amém!

— Amém!

— Salve a Alemanha livre!

— Salve!

— Salvemos a Alemanha! Oh Alemanha, espírito de ordem e poder. Oh Alemanha, matriz de arte e saber. Alemães, levantai-vos da prostração, pela Alemanha, vossa Mãe! A Pátria alemã não se pode perder, mesmo derrotadas suas armas, porque a vitória habita vosso espírito. Escutai a voz de vossa natureza. As bandeiras ao alto, onde estão? Ah, vosso entusiasmo se abateu, vosso futuro se perdeu. Alemães, que foi feito de vós?! Antes, tão altivos, agora tão submissos!? A marcha, o passo de ganso, a cara ao sol, por que tudo cessar, se a história é guerrear? Serão vossos filhos, lacaios de vossos inimigos? E vossas filhas, as mulheres de violadores? Demônios dizem “Alemanha, morra! Alemães, adeus!” e sorriem ao destruir vossos símbolos, ao pisar as bandeiras que antes drapejavam ao alto. Vossos velhos aliados choram de dor e raiva, esperando ouvir de vossa boca o chamado da vingança. “Adeus” à pátria dourada e gloriosa!? Ah, que dizem!? Que fazem, esses malditos, contra vós!? Alemães, não respondais ao adeus de vossos inimigos, nem digais adeus a vós mesmos. Não podeis desaparecer assim, como se nada se perdesse para o mundo. Vós, que tanto canhão destroçastes, tão fácil podeis lançar ao chão antenas de televisão. Com alguns trancos podeis derrubar sinagogas e bancos. Buscai no passado nova vida. Invocai o espírito de vossos mortos! Ver caída a Alemanha, quem aguenta? Que volte o tempo a 1940. Oh Tempo, volta! E traga de volta a Alemanha, amada e armada.

— Chamemos os nossos soldados, clamemos por nossos maiores!

— Hermann!

— Volta!

— Jodr!

— Volta!

— Keitel!

— Volta!

— Eva Brown!

— Volta!

— Bormann!

— Volta!

— Blonde, você também!

— Vem, vem!

— Von Paulus!

— Volta! E desta vez rasga como seda a inimiga defesa!

— Alemães, já fostes grandes, fostes os maiores, ninguém como vós será grande, nas letras ou nos números, no pensar ou no agir, na paz ou na guerra. Vossa grandeza feria a alma mesquinha de vossos inimigos. Eles vos agrediram. Lançaram-se sobre vós, porque a Alemanha se levantava, porque vossa Pátria se libertava do jugo bretão, porque desmascarada estava a maquinação do candelabro contra vós. Graças ao Führer, o gigante ariano estava de pé. Então os anões à sua sombra quiseram derrubá-lo. Pretenderam manter a vós, os filhos da raça superior, como cachorros no quintal de seu mundo colonial. Hitler insurgiu-se ante tamanha indignidade. Libertar a Alemanha significaria libertar o mundo da cabala judia. Por tamanha ousadia, nunca seríeis perdoados.  


Contra vós moveram todo o poder do metal maldito e das armas, das palavras e da mentira. Perdestes a guerra. Porque a Alemanha perdeu, o mundo perdeu. Derrota mundial. Quantos e quão vis eram os inimigos de vossa raça-senhora! Lutastes em duas frentes, até o fim. Vossa obediência, vossa disciplina, vossa lealdade à Mãe-pátria, isso fez de vossos bravos os mais bravos de todos os bravos. Fica para sempre na história vossa marca de super-homens, para assombro e exemplo dos séculos vindouros. 

Milênios durou a vossa glória. Brilháveis já no atropelo das tribos árias que deixavam a fria tundra da Ásia hiperbórea, rumo ao Ocidente, em marcha arrebatadora. Viestes até a Gália, onde vos estabelecestes, sob os olhos vigilantes da guarda do Reno. Os primeiros na barbárie, seríeis também os primeiros na civilização. 

Perdida a guerra, perdestes o território, perdestes os vossos bravos, perdestes a memória, perdestes o Führer. Agora, perdeis a vós mesmos, perdeis a própria identidade. O inimigo transformou milhões de vossos irmãos em janízaros. Os invasores ditam normas, mudam vosso comportamento, demarcam territórios, obedecem à própria lei, desafiam a vossa autoridade, violam vossas mulheres. Tudo decai, todos se humilham. Eles tomaram a Alemanha dos alemães. A raça de Lutero, Wagner e Nietzsche tornou-se estranha na própria Alemanha e obedece ao mando de usurpadores.

Os invasores transfiguram vosso corpo, apossam-se de vossa alma. Que covarde ataque! Vossos inimigos querem destruir-vos para sempre. Tombastes no campo de honra, abatendo os chacais sionistas e seus torpes aliados. E vossos inimigos alçaram-se no campo da infâmia, da mentira, da propaganda que em corpos de homens incute o espírito de crianças e mulheres suicidas. E quantos de vós mesmos acreditastes! Fizeram-vos crer em vossa fictícia culpa. Não, não sois culpados, não há culpa, não errastes. Vosso único erro foi perder a guerra. Vossa superioridade, vossa força, vosso orgulho, vede agora transformados em crime.

Assim é que continuou o holocausto alemão. O genocídio estendeu-se para além da vossa derrota. Aos soldados inimigos seguiram-se povos que também perderam suas pátrias para os mesmos fingidos conquistadores. Gente mais fraca que só pode compartir convosco a própria miséria. A guerra continua, mas agora chama-se paz. Os portões da velha e nobre fortaleza alemã estão sendo abertos por dentro. Quem mais devia zelar pela solidez de seus muros trabalha afanosamente para solapá-los. Os inimigos do Führer, aqueles que o empurraram para a guerra, têm a Alemanha em seu poder e a dirigem contra si mesma.

Mais uma vez a gloriosa Alemanha está sendo traída. A louca Merkel está à frente da quinta-coluna que tange a Alemanha para o abismo. E muitos irmãos tudo aceitam, quais suicidas. Décadas e décadas de mentiras voltaram a consciência alemã contra o corpo alemão. O inimigo empoderou-se da mente alemã. Por isso Angela Merkel ganha eleições, mas no cadafalso devia terminar a vida e a farsa dessa falsa, pela salvação da Alemanha verdadeira.

Sabia o inimigo que enquanto houvesse alemães na Alemanha a derrota da pátria ariana jamais seria permanente. Não lhes bastou, por isso, derrotar o Führer. Não lhes satisfez a queda do nacional-socialismo. Perceberam que apenas cortavam ramos de uma grande árvore. Havia mais e pior a fazer contra a Alemanha. E foi que decidiram, então, dissolver o próprio povo alemão, de cujo seio partiam as raízes do colosso. Eis como do povo alemão, antes o mais poderoso da Europa, fizeram rebanho, gado humano tangido para o matadouro por burocratas e agiotas, servos do bezerro, lacaios da talassocracia ianque.

Alemães, acordai! Despertai do sono inerme. Atenção! Toda a Europa estará perdida, se perdida for a Alemanha, e para sempre. O perigo não poderia ser maior, a ameaça é mortal: da forma mais radical possível, a Alemanha pode desaparecer: está sendo desbaratada a sua herança genética. Em busca desse fim opera a oligarquia da Nova Ordem Mundial, toda ela do caos constituinte. Para o vosso território ela lança o exército migrante de invasores. A infame Merkel dá-lhes as boas-vindas. A infame Merkel fez da Alemanha uma colônia aberta para todo o mundo, mas fechada para os próprios alemães. A infame Merkel deve pagar com a vida a enormidade de seu crime.

Não! Não podeis ter fim, oh povo glorioso! Dizia o poeta que quando tudo parece perdido tudo está para ser salvo. Seja o momento de vosso fim o instante de vossa salvação. Sirva o perigo de vossa extinção à revolta pela vida. Não se pode extinguir a raça de soldados, filósofos, técnicos, sacerdotes e artistas. Não desapareçais! Esperamos vossa volta, queremos vossa reação. Recuperai vosso poder! Peça cada alemão ao martelo de Thor, à espada de Odim: "Seja por mim!". Defendei vossos limes! Expulsai os invasores! Justiçai os traidores! A Alemanha, ninguém vo-la pode tomar. Seja a Alemanha para os alemães. Agora e sempre, amém.

— Amém.

* CHAUKE STEPHAN FILHO nasceu em Cuiabá no ano de 1960. Com formação em sociologia e política (PUC/RJ), português e literatura (UFMT) e educação (Unic), dedica-se ao estudo da sociologia do racismo como servidor da Prefeitura de Cuiabá, onde também serve como revisor.

 

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7 Comentários

Alberto - 20/03/2019

Texto ressentido escrito por alguém moralmente impotente. Fazia tempo que não lia tantas besteiras.

Chauke Stephan Filho - 18/03/2019

Citizenship, seu comentário é o mais inteligente e educado. Parabéns! Agradeço sua observação. Sua crítica contribui para o aperfeiçoamento do texto, indicando alguma eventual revisão, mesmo porque ainda não considero essa a versão definitiva dele. Você levanta uma questão que já me tinha preocupado. Pensei na possibilidade de alguma incoerência entre as personagens históricas referidas, embora esse ponto seja mais pertinente a um historiador do que a um poeta. Por outro lado, o texto é flexível, permitindo citações diversas das figuras do Nacional-socialismo. Os nomes citados poderiam ser outros, e a quantidade deles também. Isso é uma questão de preferência. Os nomes a escolher vão depender da vontade de cada recitador, assim como ocorre na Ladainha de todos os santos. Há nisso certa subjetividade. Por exemplo, você diz que um nazista não iria gostar do texto. Ora, eu pedi a um nazista, amigo meu, um velhão que, aliás, estava na Alemanha durante a guerra, que lesse o texto. Ele leu. "Que tal?", eu perguntei. Na hora ele não disse nada, porque estava com a voz embargada pela emoção. Depois, mais calmo, ele falou. Não posso falar do que ele falou. A modéstia me proíbe. Mas, meu caro Citizenship, quero lhe dar a chance de provar que sua avaliação não é a crítica capciosa de um tremendo oportunista. Você pode fazer o favor de citar algumas das "incoerências" na Oração pela salvação da Alemanha?

Chauke Stephan Filho - 18/03/2019

Pompeu, você é general mesmo, Excelência?

Citizenship - 18/03/2019

Há uma mistura de figuras prós e contras que mataria de ódio qualquer nazista que lesse. Ou antinazista também. Não basta citar os nomes: tem que haver coerência.

General Pompeu - 17/03/2019

Que merda é essa?!

Pèdro - 17/03/2019

esse cara é louco, isso sim

O Vigilante - 17/03/2019

Um lixo de texto defendendo valores nazistas... E de se imaginar a estirpe daquele que o escreveu. Lamentável!

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