Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018, 08h:42

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O diabo tem novo nome: Adélio

A "paz" dos esquerdistas favorece a insegurança e a impunidade

Por: CHAUKE STEPHAN FILHO

Reprodução

Chauke Stephan Filho

 

Satã, Lúcifer, Belzebu, Belial, Asmodeu... e, agora, Adélio Bispo de Oliveira: eis o novo nome da besta. Esse demônio não está nem à esquerda nem à direita, ele está embaixo. O inferno propriamente dito fica abaixo, como também o inferno social da diversidade regido pela correção política.
 

A esquerda, que tanto demoniza seus inimigos, acabou demonizada, porque seu discurso “contra o ódio” não impede a prática do ódio, antes a estimula. Os ditadores da virtude podem superar qualquer vilão em baixeza e animalidade. Os censores do regime militar de 1964 usavam tesouras, os da nossa "democracia" usam um "canivete" como o do "cidadão" Adélio.

A "paz" dos esquerdistas favorece a insegurança e a impunidade. Ela desarma material e mentalmente o nosso povo, encorajando os bandidos a todo tipo de crime. E nisso são justificados enquanto "vítimas da sociedade", a ponto de um vil militante negro julgar-se no dever de meter uma faca na tripa de um "racista" branco. Maria do Rosário fez dela mesma uma palhaça, agora conhecida como a “madrinha” de todos os bandidos. Decerto Adélio será o seu mais novo afilhado.
 
Coitadinho dele! Adélio só reagiu a uma provocação. Ele não suportou ouvir a voz do ódio e usou um "canivete" para abafá-la. Assim agiu seguindo o mandamento de sua consciência democrática, conforme a cultura esquerdista de paz e democracia.
 
Adélio não suporta gente preconceituosa. Adélio combate toda forma de discriminação. Ele luta contra o machismo, contra o racismo, contra toda forma de desigualdade e dominação. O culpado é Bolsonaro, a culpa é dele, ele foi vítima dele mesmo, provou de seu veneno… Pois é, por que Bolsonaro tinha de dizer o que pensa? Coisa perigosa, provocativa, humilhante. No Brasil o silenciamento é uma das fórmulas da paz social. A verdade é muito conflituosa. Cala a boca, Bolsonaro!
 
Mas Bolsonaro não ficou quieto. Continuou a falar demais. Então, seguindo ordem de Deus, Adélio sacou de seu "canivete" para abater o monstro fascista.
Não é assim, Maria do Rosário? Só que não…
 
Sinceramente, cá entre nós, a própria esquerda iria admitir, se não fosse tão inautêntica, que o discurso do ódio é bem melhor do que a faca do amor de Adélio. A língua não mata, mas uma faca... Apesar disso, quiseram "justiçar" Bolsonaro pelo que o Capitão fala. "Quando a cabeça não pensa, o corpo sofre", terá cogitado Adélio. E a liberdade de pensamento e expressão? Ora, no Brasil, só gente boazinha pode se expressar livremente. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) está aí para zelar pelos bons costumes comunicacionais. Aliás, o Supremo Tribunal Federal (STF) já fechou até uma editora. Coisa da ditadura dos bons… e ladrões.
 
Mas nós pensamos, sim, só não queremos pensar assim como pensam Adélio e os seus padrinhos intelectuais esquerdistas. Eles pensam um pensamento de autonegação, de etnomasoquismo, de rendição à alteridade. Ora, isso é o que fez do Brasil um país desgraçado, uma sociedade (?) onde coisa tão simples e fundamental como a segurança pública tornou-se uma utopia. Utopia criminosa a ser castigada com uma facada na tripa. A nossa utopia securitária é a distopia deles.
 
A guerra de Bolsonaro é preferível à paz de Adélio. O ódio de Bolsonaro é o de um homem indignado e patriótico em busca da ordem e da segurança perdidas. O amor de Adélio é uma abstração da mitologia política de esquerda sem nada a ver com a realidade. Esse ideal desacompanhado do real só pode trazer o caos, a confusão, a ditadura diversitária, a repressão multiculturalista, o alteritarismo, formas disfarçadas de dominação bem piores do que o autoritarismo.
 
Tudo tão absurdo que chego a não acreditar que a nossa própria palhacinha loira fosse aceitar Adélio como o seu genro. Nem a vadia “feminoia” da filha dela iria querer um cara desses, mesmo se recebesse algum pó de macaco dele. De fato, seria preciso algum pó na cabeça para aceitar o mundo de Adélio como o nosso mundo. O tóxico iguala a todos lá embaixo, na sarjeta. A droga ideológica pode ter o mesmo efeito. Ora, alguém da esquerda pode passar para a direita e vice-versa, mas por que alguém de cima iria querer ir para baixo? Há dois Brasis: o Brasil de Adélio e o Brasil de Bolsonaro, isto é, o Brasil de baixo e o Brasil de cima, respectivamente. Queremos o Brasil de Adélio bem distante de nós. Que outra forma haveria para manter a faca longe da tripa?
 
Adélio Bispo de Oliveira não tem a nossa cara. A cara do Brasil não pode ser a dele. Aliás, quem gosta da cara dele? Será que o próprio diabo Adélio, ao se mirar num espelho, sente-se feliz? E quem o repele como ele mesmo faz, mereceria uma faca na tripa? Alguém pode ser culpado de gostar de si mesmo, de sua raça, de querer gente de sua igualha num país para chamar de seu?
 
Não queremos a brutal paz do estripador e magnicida do PT/Psol. Não aceitamos fingir que o aceitamos. Já passou o tempo da hipocrisia politicamente correta, a qual não resistiu ao simples eco das vozes críticas de homens livres reunidos no ciberespaço. Mas nossa liberdade e nossa segurança não estarão restritas ao espaço cibernético. A mundirrede não culpa nossa consciência, não condena nossa forma de interpretar o mundo, mas não nos dá território.
 
Nosso território era o do Brasil, antes que nossas fronteiras fossem abolidas pelo globalismo. Urge recuperá-lo. Os invasores devem ser detidos, e sua quinta-coluna, exterminada. Adélio faz parte dela, sendo nosso inimigo figadal (literalmente).
 
Por isso é que, se o Brasil for dele, não será meu; se for meu, não será dele; será nosso. Só haverá um país nosso se houver um povo nosso. Daí a importância da nossa unidade, mais importante do que a simples paridade social ou econômica. Sem ela o atentado contra Bolsonaro teria sido apenas um atentado contra Bolsonaro, uma agressão contra uma só pessoa, um simples caso de polícia. Mas sabemos que o que aconteceu com Bolsonaro não é um simples caso de polícia. Trata-se, na verdade, de um caso de política. O atentado foi contra Bolsonaro e contra o povo de Bolsonaro, isto é, o povo brasiliano. Nossa reação deve ser coletiva. Nós devemos reagir como povo, porque sem povo estaremos todos sozinhos diante das facas à mão de assassinos seriais da militância esquerdista de afro-descendentes empenhados em cobrar a "dívida" histórica da escravidão.
 
Essa é uma dívida questionável. Mas, seja como for, jamais aceitaríamos pagá-la com o nosso sangue. Saibam os Adélios que o querem derramar que, doravante, não responderemos como crianças a nenhuma agressão. Não nos deixaremos intimidar pelos matadores nem pelas leis que os protegem.
 
Enquanto o Brasil for a nossa casa, nele não viverão os nossos inimigos. Bolsonaro e Adélio não podem estar juntos. Assim se explica a segregação… ou a guerra. Melhor assim do que a faca da paz… enterrada na nossa tripa. O apartaide é melhor do que a integração no inferno de Adélio.
  
*CHAUKE STEPHAN FILHO é sociólogo da Prefeitura de Cuiabá e colaborador do HiperNoticias. 
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2 Comentários

Joaquim - 26/09/2018

Muito bem redigido. Parabéns pelo artigo!

Elias - 25/09/2018

O sociólogo da prefeitura vc ta bebendo muito xomano..

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