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Selma Arruda afirma que não tem provas de Caixa 2 em campanha de Taques

Por: MAX AGUIAR

A juíza responsável pelos processos da Vara de Combate ao Crime Organizado de Cuiabá, Selma Arruda, confirmou em entrevista ao programa SBT Comunidade que ainda não foi encontrada nenhuma prova de irregularidade ou caixa 2 na campanha do governador Pedro Taques (PSDB) em 2014.

 

Segundo a magistrada, apesar do depoimento de Alan Malouf para o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), nenhuma "prova existêncial" foi encontrada. 

 

Alan Cosme/HiperNoticias

selma arruda

Magistrada Selma Arruda, titular da 7ª Vara Criminal de Cuiabá

O depoimento de Malouf, que é réu na 3ª fase da Operação Rêmora, aconteceu dia 16 de dezembro. Na mesma oportunidade, ele confessou A participação no esquema de cobrança de propina de empresários que tinham contratos com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

 

Ao Gaeco, Malouf relatou que teria conseguido dinheiro à campanha que não foi declarado.

 

 

Após o depoimento, o Gabinete de Comunicação do Governo do Estado se manifestou sobre as declarações, afirmando que são “levianas, absurdas e fantasiosas”.

 

Em entrevista nesta quinta, Selma que não há nada que prove até o momento. “Até agora o que se tem é apenas o depoimento dele. Provas documentais no processo não há nenhuma”, afirmou a magistrada nesta quinta-feira (29), em entrevista ao programa de TV .

 

Selma Arruda ainda reiterou que não existe uma delação formal, apenas um depoimento de Alan Malouf para o Gaeco. 

 

O empresário Alan Malouf foi preso na terceira fase da “Operação Rêmora”, denominada “Grão Vizir”. No dia 24 de dezembro, ele foi colocado em liberdade em decisão monocrática da magistrada Maria Rosi Meira Borba. 

 

A Operação

 

A operação Rêmora apura um esquema de propina e fraudes em licitações na Secretaria de Estado de Educação. (Seduc). O esquema consistia na exigência de dinheiro de empresários que tinham valores a receber da Pasta.

 

Alan Malouf é acusado de ser um dos líderes do esquema ao lado do ex-secretário de Educação Permínio Pinto (PSDB) e do empresário Giovani Guizardi, que é delator das tratativas ilícitas.

 

 

 

 

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2 Comentários

Luciano - 10/01/2017

Então porque mandou prender o Alan ..... ele disse que não passaria o Natal na cadeia e cumpriu a promessa vergonha judiciário de Mato Grosso cadê os promotores do MP que pediu sua prisão... o judiciário em Mato Grosso se curva a Pedro Taques o que ele sabe sobre os membros do judiciário que fazem o que ele manda

joaoderondonopolis - 30/12/2016

Esta história de falar que Alan não tem provas de caixa 2, pois Alan é uma pessoa inteligente, sabe de seus direitos, sabe o que fez em prol, sabe o que fala com muita propriedade, portanto, é muto cedo para falar que não provas.

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