O deputado federal Adilton Sachetti (PRB) afirmou ser o pré-candidato “legítimo” do agronegócio ao Senado Federal e diz ter certeza de que terá o apoio do ministro da Agricultura e senador licenciado, Blairo Maggi (PP). De acordo com Sachetti, ele vai construir sua candidatura por um grupo “alternativo”, com o ex-senador Jayme Campos (DEM) e Carlos Fávaro (PSD).
“Na hora de eu ir pedir voto ao Blairo e pedir para ele me ajudar a fazer minha eleição, eu tenho clareza que terei o apoio dele. Ele não vai se envolver porque ele falou que não ia fazer, mas eu não descarto o apoio e acredito que, na hora certa, terei o apoio dele”, afirmou Sachetti em entrevista à Rádio Capital FM.
O deputado federal disse estar conversando com o senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao Governo do Estado, com o governador Pedro Taques (PSDB), mas sinaliza uma aproximação maior com o ex-senador Jayme Campos, do Democratas, Carlos Fávaro, presidente do PSD e o deputado estadual Zeca Viana, presidente do PDT.
Dentre os três pré-candidatos do grupo ao Senado, Adilton diz ser o nome com mais serviços prestados ao agronegócio no Estado. Ele diz estar credenciado para a disputa e junto com Jayme Campos ou Carlos Fávaro, possuem condições de “desbancar” os demais candidatos das outras chapas.
“Sairá somente dois se formos do mesmo grupo, como estamos. Um terá de tomar um outro rumo. E nós dois, na oportunidade da eleição, temos competência de superar os outros candidatos dos outros grupos. Se tiver três candidaturas serão seis candidatos ao Senado, se tiver quatro, serão oito”, explicou Sachetti.
Afastamento do governador
Questionado sobre a possibilidade de apoio ao governador Pedro Taques, Adilton disse que tem alertado o governador sobre o isolamento da classe política. De acordo com Sachetti, Taques fez um governo com pessoas “bem-intencionadas”, mas “inexperientes” e a falta de diálogo fez ele se afastar de seus aliados.
“Aqueles que assumiram não tinham todo esse discernimento e tiveram dificuldades em várias situações para fazer essa gestão. Até entender e dominar o processo, passou um bom tempo. Não houve um diálogo com a classe política esse foi o maior desencontro e fez as pessoas se afastarem do Pedro ou fez ele se afastar das pessoas”, concluiu.
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