Terça-Feira, 26 de Junho de 2018, 11h:32

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Em meio à crescente safra de algodão, cotonicultores debatem a cultura no Centro-Oeste

Por: REDAÇÃO

Com o otimismo de uma safra de algodão com aumento de área, bom desenvolvimento das plantações, além da expectativa de crescimento nas exportações de pluma, cotonicultores dos maiores estados produtores da cultura têm um encontro marcado neste dia 30 de junho, em Mato Grosso. Junto com empresários rurais precursores do algodão brasileiro, como Gilberto Goellner e Walter Horita, e especialistas na cultura, os participantes terão a oportunidade de debater as melhores estratégias para a viabilização do algodão, em evento organizado pela Girassol Agrícola, na Fazenda Girassol, pertencente ao grupo, na Serra da Petrovina.

 

Reprodução

Algodão

 

Momento propício - De acordo com o nono levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), o desenvolvimento das lavouras de algodão continua muito bom, com destaque para os maiores estados produtores da cultura - Mato Grosso, Bahia, Mato Grosso do Sul e Goiás. Em Mato Grosso a colheita inicia nos próximos dias e a comercialização já se encontra em torno de 85% da produção. Na Bahia, a colheita já teve início nas lavouras de sequeiro, inclusive na região do extremo oeste do estado.

 

Além da expectativa de um novo recorde na produção nacional, de 2,015 milhões de toneladas de algodão em pluma, o Brasil também poderá alcançar, ainda em 2018, uma nova posição na exportação mundial, superando Austrália e atrás apenas dos Estados Unidos e Índia, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

 

A entidade também está otimista com o crescimento da área plantada nesta safra, de 25,2% em relação à safra passada. A comercialização da safra 2016/17, aliada às boas perspectivas atuais de mercado gerou esse ambiente positivo no setor produtivo, que aumentou a área de cultivo.

 

Programação - Em meio a este cenário, a Girassol Agrícola prepara o G.A. TEC Algodão, reunindo grandes especialistas e grandes produtores, a partir de 7h30, na Fazenda Girassol. O dia começará com credenciamento e café da manhã e, em seguida, contará com informações técnicas e de mercado, iniciando com o especialista em fisiologia do algodão, Fábio Rafael Echer, sobre ‘manejo tecnológico para altas produtividades no algodão’. Professor e pesquisador na Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) nos cursos de graduação, mestrado e doutorado em agronomia, Fábio também atuou como pesquisador no Instituto Matogrossense do Algodão (IMAmt).

 

A ‘viabilidade do algodão para os próximos cinco anos’, com Márcio Guimarães, gerente comercial da Cargill Algodão, será mais um dos temas. Já o produtor rural Walter Horita, sócio-proprietário do Grupo Horita, da Bahia, e um dos três maiores cotonicultores do Brasil, é o convidado para falar sobre ‘a voz do produtor de algodão’. Junto com Horita, Gilberto Goellner fundador da Girassol Agrícola e empresário rural, e os especialistas Fabio Echer, Márcio Guimarães e Humberto Balieiro, vão debater sobre o desenvolvimento do mercado de algodão.  

 

A campo, os participantes também irão conferir as cultivares de algodão da Tropical Melhoramento & Genética (TMG) e demais estandes de empresas convidadas. A inscrição para o G.A. TEC Algodão é gratuita e deve ser feita antecipadamente no site da Girassol Agrícola, no link www.girassolagricola.com.br. Mais informações disponíveis no (66) 3301-4200.

 

Girassol Agrícola - Há mais de 35 anos no mercado, a Girassol Agrícola se instalou no Mato Grosso em 1982, na região da Serra da Petrovina. Consolidada como uma das mais produtivas empresas do agronegócio brasileiro, tem como fundador o engenheiro agrônomo Gilberto Goellner. Atualmente, as principais atividades do grupo se concentram na produção e comercialização de sementes, soja, milho, algodão, pecuária e reflorestamento de eucalipto. São três as unidades de produção no Mato Grosso, nos municípios de Pedra Preta (Serra da Petrovina), Santo Antônio do Leverger e Torixoréu, além de unidades de produção terceirizadas nos estados de Goiás e Bahia.

 

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